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Utilização da própolis na colméia
A segunda parte do artigo publicado na Revista Zum-Zum mostra como as abelhas utilizam a própolis bem como a finalidade deste uso. Confira:
Extraído de: Revista Zum-Zum outubro/ dezembro-2007
O uso da própolis pelas abelhas é uma conseqüência delas viverem em estado selvagem. Ao instalarem enxames em cavidades naturais, necessitam desta resina como defesa, tanto das intempéries, quanto dos inimigos. Por esse motivo, a produção de própolis pelas abelhas apresenta diferenças entre suas distintas raças, uma vez que a formação das sub-espécies foi devido principalmente às barreiras geográficas, permitindo que elas se adaptassem à sua região de origem. Assim as abelhas africanas, africanizadas, caucasianas (Apis melífera ligustica) e a carniça (Apis melífera carnica) produzem pouca ou nenhuma própolis.
As abelhas utilizam a própolis para vários fins:
a) Fechar buracos que se formam no interior das colméias, evitando correntes de ar;
b) Reduzir ao máximo as vias de acesso (alvado), criando obstáculos que bloqueiam a entrada de inimigos (mariposas, besouros, abelhas pilhadoras, etc);
c) Embalsamar cadáveres de inimigos que entraram na colméia, os quais, apesar de liquidados, as abelhas não podem retirá-los. A própolis tem como propriedade fundamental o efeito bactericida, e assim evita a decomposição dos cadáveres;
d) Consolidar os componentes estruturais no interior da colméia, como quadros, favos, etc.;
e) Evitar vibrações nos favos, principalmente em enxames instalados em árvores;
f) Envernizar o interior da colméia com fins anti-sépticos.
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